Projeto Rio Tiête

Enquanto crescia a demanda por água limpa, não só para abastecimento doméstico, mas também para utilização industrial, o Rio Tietê, personagem fundamental na história do Estado e do país, se tornava cada vez mais poluído. A população, liderada por entidades ambientalistas, exigia a limpeza de suas águas. Foi então criado o Projeto Rio Tietê que além do combate à poluição prevê obras contra enchentes, um antigo fantasma para a população paulistana. A Aliança Metalurgica S.A., desde então vem contribuindo com a despoluição do Tietê, zelando pela proteção ambiental e melhoria da qualidade de vida. Obedecendo a exigências cada vez maiores dos órgãos ambientais.
Em São Paulo, o órgão que controla a qualidade dos efluentes é a CETESB. Esta unidade fixa os padrões de qualidade que devem ser obedecidos, de acordo com a bacia hidrográfica onde o efluente será despejado.
Seja qual for o tratamento superficial, a empresa deverá no final fornecer um efluente dentro dos padrões exigidos pela legislação em vigor. A razão de fixar padrões visa manter a qualidade da água e do ambiente o mais saudável possível.
O problema do tratamento dos efluentes é acima de tudo uma questão social, que visa prevenir doenças e preservar o meio ambiente. Neste último propósito, foi observado na Itália, contrariando as opiniões gerais, que os sais ferrosos lançados nos rios são mais danosos que os próprios ácidos. Na realidade, os sais ferrosos hidrolisam-se e absorvem grandes quantidades de oxigênio em sua oxidação (transformando se em sais férricos) causando mortandade de peixes por falta de oxigênio.